O Grupo Potter Sampa
A competição seria realizada na Estação Liberdade. Me perguntaram se eu tinha trazido o quilo de alimento – era o “ingresso” da gincana. Tinha me esquecido. Por sorte, me indicaram um mercadinho que ficava perto da estação e pude me arranjar com um pacote de trigo.
Voltei à Liberdade e os grupos começaram a se formar. Não foi difícil entrar num deles, o problema é que os outros integrantes estavam esperando mais três pessoas, e isso atrasou a competição em, no mínimo, quinze minutos. Somente uma delas chegou, depois da gincana começar. E naõ foi a coisa mais divertida do mundo ficar esperando...
A “história” do evento: os comensais da morte estavam aqui no Brasil. Missão dos grupos: decifrar as pistas para saber quem eram os comensais, o que vieram fazer, e o local da próxima pista. Todos os grupos passariam pelas mesmas estações, mas em ordens diferentes. Como apenas a ordem mudava, havia a possibilidade de grupos se encontrarem em alguma estação.
De trem em trem
Os “Staffs” (organizadores) estavam divididos em Staffs de grupos, que acompanhavam os competidores para ver se as regras estavam sendo respeitadas, e os de estações. Eram esses que tínhamos que encontrar, pois dariam a próxima dica.
Ao mesmo tempo (ou quase) os grupos receberam as primeiras pistas. Eram mais ou menos onze e meia e tínhamos até as duas da tarde para voltar até a Liberdade, com todas as pistas decifradas. O grupo vencedor seria aquele que acertasse mais pistas.
Deus disse: “Que se faça a...”. Era o que a primeira pista dizia sobre o próximo local: Estação da Luz. Após o grupo andar muito, fui eu – palmas, por favor – que encontrei a Staff da Luz. E recebemos mais pistas.
Nos trens, alguns do meu grupo conversavam, outros não paravam de tentar decifrar as pistas... Na maior parte do tempo, o clima era descontraído. Não era fácil correr pelas estações para achar os Staffs e pegar os próximos trens... mas era divertido, apesar do risco de xingamentos, de trombadas e de um trem nos atropelar.
Para todos os efeitos, eu era mais um competidor. No entanto, quando me viram usar a câmera, perceberam que era eu a tirar fotos de longe, antes da gincana começar. Um deles até brincou, me chamando de espião. Bem, antes espião, do que a pessoa que faria uma matéria... Integrantes do grupo 4 (o meu)
Embates com o grupo 3
Lembram da possibilidade de grupos se encontrarem em alguma estação? Por duas vezes, encontramos com o grupo 3, e os acontecimentos renderam muito assunto.
Integrantes do Grupo 3 e Organizadores - dicussão sobre supostas irregularidades
Na Sé, o Kenzo, (apelido do Staff que acompanhava aquele grupo), teria dado uma ajuda para localizar a Staff daquela estação, o que era contra as regras. E no Brás, integrantes daquele grupo teriam empurrado as pessoas do meu para receber antes a pista.
O que eu vi acontecer: de fato o Kenzo fez um sinal para competidores do terceiro grupo. Poderia ser um simples aceno, ou até mesmo a outra possibilidade, eu não sei. E quanto aos empurrões, também não confirmo, nem desminto: cheguei depois, não sei se realmente aconteceram.
Uma feliz coincidência
Uma pista levava à Vila Madalena. Para chegarmos lá, teríamos que ir até Paraíso e tomar outro trem. O meu grupo resolveu fazer uma parada, queriam comprar refrigerante. Não gostei da idéia, mas eu era minoria.
Antes dos grupos saírem da Liberdade, os Staffs de estações se apresentaram, para que pudéssemos reconhece-los durante a competição. E não é que perto da máquina de refrigerantes, encontramos uma Staff? Resumindo: por acaso, descobrimos aonde devíamos ir depois da Vila Madalena.
Pouco antes das duas, os quatro grupos completaram o percurso. O vencedor foi...o Grupo 3. Comemorarem euforicamente e levaram a maior bronca de uma funcionária do metrô. Lamentei não ter conseguido uma foto.
Quanto à história da gincana... bem, destaquei uma parte bem interessante. É sobre Voldemort.
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