segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Todos contra Barrichello
Depois do maremoto de azar no começo da prova, pequenas ondas da sorte ajudaram Rubinho. Uma batida e alguns carros saem da corrida. Entre eles, o de Button. O safety car aparece, o brasileiro aproveita para mudar a estratégia e inicia uma corrida de recuperação.
Não se pode dizer que o grande prêmio foi emocionante, mas algumas disputas de posição fizeram com que a prova não ficasse chata – numa delas, Barrichello ultrapassou um carro da Toro Rosso, em manobra bastante agressiva.
Depois de tudo o que aconteceu, um sétimo lugar estava de bom tamanho. Na verdade, o brasileiro chegou a disputar sexta posição, mas um problema no motor o fez desistir de atacar Kovaleinen. Aliás, por causa deste problema, o carro da Brawn jogou óleo na pista por pelo menos uma volta e meia, o que pode render uma punição ao vice-líder do campeonato (no fim da prova, o carro chegou a pegar fogo, que foi rapidamente apagado).
Raikonnen venceu, Fisichella deu à Force Índia uma surpreendente segunda posição (depois de uma pole igualmente inusitada) e Vettel completou o pódio, se aproximando de Barrichello no campeonato.
Brawn e Red Bull. Barrichello, Button, Vettel e Webber. Apesar das seis vitórias do inglês, a disputa pelo título continua em aberto. Quem vencerá? Não percam o próximo episódio. Quer dizer, a próxima corrida.
Foi mesmo acidente?
A FIA está investigando: ano passado, na corrida de Cingapura, Nelsinho Piquet teria batido de propósito para provocar um safety car e, com isso, ajudar Alonso a vencer a corrida.
É fato que a batida realmente ajudou o espanhol a ganhar a corrida, mas todo mundo achava que Alonso tinha apenas se aproveitado de um acidente para dar o chamado “pulo do gato”. Agora, há a suspeita de que a batida de Nelsinho não foi acidental.
Se realmente não foi, o que é pior? A Renault ter planejado isso? Ou Nelsinho ter concordado?
Procurando um "Menage à Trois"
Na trama, Rui e Vani estão em crise. Para apimentar a relação, ela sugere o famoso “Ménage à Trois” – a fantasia de muitos homens, e de algumas mulheres também. A partir daí, começa uma busca desenfreada pela “terceira pessoa”, uma mulher que aceite embarcar na aventura sugerida pelo casal.
Uma lutadora, uma mulher que “aproveita a bissexualidade”, uma garota de programa e um neurótico com complexo de inferioridade: são algumas das figuras encontradas por Rui e Vani na jornada rumo ao tão cobiçado “Ménage à Trois” – o que ressalta outro grande talento do casal: encontrar pessoas tão ou mais malucas do que eles...
Rui e Vani são maliciosos e politicamente incorretos, é por isso que “Os Normais” fazem sucesso até hoje. O filme é divertido, uma boa pedida para quem gosta de comédia. Mas chega a ser vulgar em alguns momentos e não tem o mesmo impacto do anterior. Mesmo assim, ele vale o ingresso.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Não confie no Google Maps
No último sábado aconteceu o Red Bull Flugtag, a competição mencionada no post anterior. Cavalo, bola de bilhar, banheiro, "aviões" de todos os jeitos possíveis e imagináveis.
Isso para não falar da Flying Toast Master 2000
Quem disse que os Dalits não têm lugar na sociedade? Alguns se tornam até mesmo apresentadores. Em outras palavras, Marcio Garcia foi quem apresentou o evento, e que fique registrado, não fui o único a falar de Intocpaveis durante a competição.
Aprendi do pior jeito que o Google Maps não acerta sempre. O endereço indicado foi Rua Guirá, 70. O endereço real do Parque é parecido, Rua Guirá Acangatara,70 (isso de acordo com o site do governo de São Paulo). E foi esta leve semelhança que fez aquela #%* de site me levar para um local bem distante do evento - quando finalmente cheguei, a décima equipe já havia se apresentado. Por falar em apresentação...
http://www.youtube.com/watch?v=7wK_uWt-nww
Apenas uma equipe vai assistir a uma etapa do "Red Bull Air Race 2010" (uma competição de aviões COM motores) e os felizardos atendem pelo nome de "Tróia Voadora" - o cavalo com asas percorreu 14 metros, dando a eles a vitória na competição. A equipe "Red Bull Air Race", usando uma máquina que imitava um avião da competição de mesmo nome, ficou em segundo lugar - por isso, vão saltar de paraquedas. E o que aconteceu com os "AeroFlinstones", a equipe do meu bairro, tema do post anterior? Completaram o pódio - apesar da máquina deles ter percorrido apenas 2 metros (distância não era o único quesito da competição, sorte a deles). Agora, se realmente foram 2 metros, não tem como eu saber realmente, vou ter que confiar no site do evento. Meu atraso não me permitiu ver os "AeroFlinstones" em ação. Nem a catapulta usada na decolagem da equipe "Madagascar" que rendeu a eles o Prêmio Especial de Criatividade - ganharam um voo acrobático.
Quem é paulistano vai entender a minha dificuldade na hora de voltar para casa. A estação mais próxima do Parque Ecológico é a Engenheiro Goulart. Mas era da CPTM, e o meu bilhete era do Metrô. E eu estava sem dinheiro nenhum, só tinha o bilhete. Ou seja: tive que andar a pé, debaixo do Sol, para chegar à Estação Penha. Não sei quanto tempo fiquei andando, acho que duas ou três horas. Maldito Google Maps. Bom, pelo menos eu peguei uma cor.... Ah, e só para não esquecer: os "AeroFlinstones" vão passear de balão.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Por trás do making of
O Red Bull Flugtag é uma competição de máquinas voadoras. O objetivo das equipes é construir e pilotar seus próprios aviões caseiros, que podem ser feitos de vários materiais, como a madeira, o bambu, o isopor, entre outros. Os quesitos avaliados são a criatividade e originalidade, a performance do vôo até a água (como se fosse um “teatrinho”) e a maior distância.
Mil e seiscentas equipes de todo o Brasil mandaram projetos para o site da Red Bull e quarenta foram selecionadas. Uma delas é a AeroFlinstones, formada por Reginaldo Ferreira, Alexander Dias, Bruno Henrique, William de Oliveira e Reinaldo Soares: são eles os representantes de Perus e região.
A Red Bull fez um making-off de todas as equipes, uma pequena apresentação de cada uma delas para quem assistir ao evento pela televisão. Semanas atrás, foi a vez dos AeroFlinstones.
Lá pelas nove e vinte da manhã, profissionais contratados pela Red Bull entram na casa de um mal-humorado e aflito Reginaldo: os outros integrantes estavam atrasados...
Enquanto os outros não chegavam, Reginaldo mexia no computador, mostrando o projeto do avião: desenhos e arquivos exibindo o carro dos Flinstones em cima de algo que lembrava uma asa de morcego. Reginaldo explica que a máquina funciona como uma asa-delta. Pouco depois, mostra a maquete do avião, com um boneco do Fred Flinstone embaixo.
A equipe do making-of elogiaram a máquina, parecem acreditar no sucesso da AeroFlinstones. Os contratados da Red Bull dão orientações, pedem à equipe dos AeroFlinstones mexerem na máquina, pintá-la, enfim, cenas do trabalho no projeto, enquanto eles filmam, explorando vários ângulos.
Na última cena, os cinco integrantes são filmados juntos e, quando o making-of está para acabar, um deles dá um grito de guerra. Então, a equipe de filmagem faz outra tomada, pedindo para todos darem o grito, que não poderia ser outro: AEROFLINSTONES, YABADABADOO!!!