Certo, o homem a ser batido este ano é o outro piloto da Brawn. No entanto, Barrichello largou em quarto, Vettel em oitavo, Webber em nono e Button em décimo quarto: condições favoráveis para o brasileiro se distanciar dos pilotos da Red Bull no campeonato e, ainda por cima, chegar mais perto da liderança. Mas eis que um problema na largada (o terceiro neste ano) faz Barrichello cair para último na corrida. Ele mesmo admitiu já ter errado na largada uma vez. Mas e as outras duas? Vale lembrar que a Brawn, assim como Button, é inglesa...
Depois do maremoto de azar no começo da prova, pequenas ondas da sorte ajudaram Rubinho. Uma batida e alguns carros saem da corrida. Entre eles, o de Button. O safety car aparece, o brasileiro aproveita para mudar a estratégia e inicia uma corrida de recuperação.
Não se pode dizer que o grande prêmio foi emocionante, mas algumas disputas de posição fizeram com que a prova não ficasse chata – numa delas, Barrichello ultrapassou um carro da Toro Rosso, em manobra bastante agressiva.
Depois de tudo o que aconteceu, um sétimo lugar estava de bom tamanho. Na verdade, o brasileiro chegou a disputar sexta posição, mas um problema no motor o fez desistir de atacar Kovaleinen. Aliás, por causa deste problema, o carro da Brawn jogou óleo na pista por pelo menos uma volta e meia, o que pode render uma punição ao vice-líder do campeonato (no fim da prova, o carro chegou a pegar fogo, que foi rapidamente apagado).
Raikonnen venceu, Fisichella deu à Force Índia uma surpreendente segunda posição (depois de uma pole igualmente inusitada) e Vettel completou o pódio, se aproximando de Barrichello no campeonato.
Brawn e Red Bull. Barrichello, Button, Vettel e Webber. Apesar das seis vitórias do inglês, a disputa pelo título continua em aberto. Quem vencerá? Não percam o próximo episódio. Quer dizer, a próxima corrida.
Foi mesmo acidente?
A FIA está investigando: ano passado, na corrida de Cingapura, Nelsinho Piquet teria batido de propósito para provocar um safety car e, com isso, ajudar Alonso a vencer a corrida.
É fato que a batida realmente ajudou o espanhol a ganhar a corrida, mas todo mundo achava que Alonso tinha apenas se aproveitado de um acidente para dar o chamado “pulo do gato”. Agora, há a suspeita de que a batida de Nelsinho não foi acidental.
Se realmente não foi, o que é pior? A Renault ter planejado isso? Ou Nelsinho ter concordado?
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
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