Sábado passado eu estava em São Paulo e fui assistir a um filme com meus pais: “Anjos e Demônios”, adaptado da obra homônima de Dan Brown. Na história, o simbologista Robert Langdon precisa salvar o Vaticano da ameaça dos Illuminatti, uma sociedade secreta que planeja se vingar da Igreja Católica. Se Langdon falhar, não acontece nada de grave... exceto a destruição do Vaticano e a morte de quatro cardeais.
Saímos de casa lá pelas 19:30 e a tentação de quebrar os recordes de velocidade era visível. Mas na estrada, não se pode bobear, ainda mais em São Paulo, à noite. No entanto, a preocupação era legítima: o shopping não era muito perto e queríamos pegar a sessão das 20:40 – não gostamos de filme legendado. E nós três lemos o livro, o que era um convite para ver como seria a história no cinema.
Chegamos mais ou menos às 20:00. Próxima parada: a fila para os ingressos. Tudo estava bem, até uma funcionária dizer que a próxima sessão seria à meia-noite, todas as outras estavam lotadas. Por mim, veríamos o filme assim mesmo. Por outro lado, meus pais não tinham ânimo para agüentar quatro horas esperando – provavelmente dormiriam na sessão. Ligamos para minha irmã e ela reservou ingressos para o dia seguinte. Foi com bastante pesar que voltamos para casa.
Chegamos mais ou menos às 20:00. Próxima parada: a fila para os ingressos. Tudo estava bem, até uma funcionária dizer que a próxima sessão seria à meia-noite, todas as outras estavam lotadas. Por mim, veríamos o filme assim mesmo. Por outro lado, meus pais não tinham ânimo para agüentar quatro horas esperando – provavelmente dormiriam na sessão. Ligamos para minha irmã e ela reservou ingressos para o dia seguinte. Foi com bastante pesar que voltamos para casa.
No carro, recordávamos problemas anteriores com horários de filmes. Uma vez, meus pais perderam a sessão (deixaram para última hora, assim como fizemos há uma semana) e da outra vez, esperamos horas e horas por “Harry Potter”.
Acordei cedo, vi a corrida de F1 (Button venceu outra vez, reage Barrichello) e à tarde fomos para o cinema. 14:20, sessão dublada.
Lá chegando... e não é que a sala deu problema? Os ingressos foram remarcados para 15:40. Teve que ser legendado mesmo.
Fizemos hora numa livraria. Tirei casquinhas de livros e filei várias revistas em quadrinhos. Falando em livros... ganhei um. Não era meu aniversário, nem nada... será que foi presente por ser um bom filho? Tá certo, vou parar de ser convencido...
Obi-Wan Kenobi agora trabalha na Igreja Católica. Quer dizer, Ewan McGregor faz o padre Patrick McKenna. No livro, era Carlo Ventresca, mas não vamos discutir isso agora. Até porque eu li a versão em português, não o original em inglês.
Tom Hanks, depois de finalmente sair da ilha de “O Náufrago”, atuou em algumas novelas brasileiras e arranjou um emprego em Harvard. Nossa que mancada, ele não fez novelas brasileiras, é que eu o confundi com um cara muito parecido com ele...
Voltando ao principal: o filme não é ruim, mas eu esperava mais. Nem de longe proporciona a magia do livro. Não vou me prolongar, é melhor conferirem por si mesmos e ver se concordam.
Antes de terminar: “Anjos e Demônios”, tanto no livro quanto no filme, mostram a guerra milenar entre a Ciência e a Religião. Para alguns, elas nunca vão andar juntas. Para outros, são dois lados da mesma moeda. O que vocês acham?
Acordei cedo, vi a corrida de F1 (Button venceu outra vez, reage Barrichello) e à tarde fomos para o cinema. 14:20, sessão dublada.
Lá chegando... e não é que a sala deu problema? Os ingressos foram remarcados para 15:40. Teve que ser legendado mesmo.
Fizemos hora numa livraria. Tirei casquinhas de livros e filei várias revistas em quadrinhos. Falando em livros... ganhei um. Não era meu aniversário, nem nada... será que foi presente por ser um bom filho? Tá certo, vou parar de ser convencido...
Obi-Wan Kenobi agora trabalha na Igreja Católica. Quer dizer, Ewan McGregor faz o padre Patrick McKenna. No livro, era Carlo Ventresca, mas não vamos discutir isso agora. Até porque eu li a versão em português, não o original em inglês.
Tom Hanks, depois de finalmente sair da ilha de “O Náufrago”, atuou em algumas novelas brasileiras e arranjou um emprego em Harvard. Nossa que mancada, ele não fez novelas brasileiras, é que eu o confundi com um cara muito parecido com ele...
Voltando ao principal: o filme não é ruim, mas eu esperava mais. Nem de longe proporciona a magia do livro. Não vou me prolongar, é melhor conferirem por si mesmos e ver se concordam.
Antes de terminar: “Anjos e Demônios”, tanto no livro quanto no filme, mostram a guerra milenar entre a Ciência e a Religião. Para alguns, elas nunca vão andar juntas. Para outros, são dois lados da mesma moeda. O que vocês acham?